Pontos-chave deste guia
- A PrEP reduz em mais de 99% o risco de HIV quando usada corretamente.
- Somente um infectologista pode avaliar indicação, prescrever e monitorar a PrEP com segurança.
- É obrigatório descartar infecção ativa pelo HIV antes do início da profilaxia.
- O esquema diário leva 7 dias para atingir proteção máxima no sexo anal e 21 dias no sexo vaginal.
- A PrEP não protege contra sífilis, HPV, gonorreia — o preservativo permanece necessário.
- Exames de seguimento são realizados a cada 3 meses enquanto o uso for mantido.
- Efeitos adversos iniciais costumam ser leves e transitórios (náusea, cefaleia).
- Interações medicamentosas relevantes devem ser comunicadas ao especialista.
- A PrEP sob demanda (2-1-1) é uma alternativa para perfis específicos.
- O acompanhamento contínuo inclui saúde renal, ISTs e saúde mental.
Trago cada paciente para uma conversa honesta sobre risco, dúvidas e expectativas antes de qualquer prescrição. Mais do que um comprimido diário, a PrEP é um cuidado contínuo — e o meu papel é fazer com que essa jornada seja segura e leve para quem decide dar esse passo.
— Dr. Celso Mendanha
O infectologista para PrEP avalia indicação, solicita exames e acompanha a profilaxia do HIV. A consulta é o passo obrigatório para iniciar o Tenofovir/Emtricitabina com segurança e monitoramento adequado. Quando essa dúvida aparece na consulta, costumo complementar com Consulta com infectologista especialista em HIV
A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição ao HIV) reduz em mais de 99% o risco de infecção quando tomada corretamente: esse é o mecanismo central que torna o infectologista para PrEP indispensável, pois é ele quem confirma a elegibilidade, descarta infecção ativa e define o esquema ideal para cada pessoa. Quem busca informação confiável sobre infectologista para prep também encontra contexto em Médico que prescreve PrEP: como encontrar e iniciar com segurança.
No Instituto Medicina em Foco, o Dr. Celso Mendanha — infectologista e imunologista pela UNIFESP — conduz o acompanhamento completo, da primeira consulta ao seguimento periódico, garantindo proteção efetiva e identificação precoce de qualquer alteração clínica.
O que faz um infectologista para PrEP na prática
Leia mais sobre o que faz um infectologista para prep na prática
Na prática clínica do consultório, observamos que a maioria das pessoas chega com dúvidas sobre se 'se enquadra' ou não na PrEP — e a consulta é exatamente o espaço para responder isso com segurança.
A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição ao HIV) é o uso de antirretrovirais por pessoas HIV-negativas em risco aumentado de infecção, com o objetivo de manter níveis protetores do medicamento no organismo antes de qualquer exposição. O infectologista para PrEP é o profissional habilitado a conduzir toda a jornada: da elegibilidade à prescrição, do monitoramento ao encerramento seguro do uso.
Na primeira consulta, o especialista faz anamnese detalhada sobre histórico sexual, uso de substâncias, contexto de vida e condições clínicas. A partir dessa escuta, avalia se o perfil de risco justifica a profilaxia — e explica, de forma clara, o que esperar de cada etapa.
O Dr. Celso Mendanha, médico pesquisador vinculado à Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia da UNIFESP, integra a equipe do Instituto Medicina em Foco liderada pelo Dr. Rodrigo Barbosa. Sua formação em infectologia e imunologia o posiciona como referência no manejo de estratégias de prevenção ao HIV, incluindo a condução criteriosa da PrEP. Para comparar cenários com mais segurança, vale revisar Entendendo a PrEP e sua eficácia
| Etapa | O que o infectologista faz | Objetivo clínico |
|---|---|---|
| Anamnese | Avalia histórico sexual, ISTs anteriores, uso de medicamentos | Identificar elegibilidade e contraindicações |
| Exames pré-PrEP | Solicita HIV, sífilis, hepatite B e C, creatinina, ISTs | Descartar infecção ativa e avaliar função renal |
| Prescrição | Define esquema diário ou sob demanda (2-1-1) | Adequar a profilaxia ao perfil do paciente |
| Seguimento | Repete exames a cada 3 meses e avalia adesão | Manter proteção e detectar alterações precoces |
Quer saber se a PrEP é indicada para você? Falar com o infectologista
Quem pode — e quem deve — procurar a PrEP
Leia mais sobre quem pode — e quem deve — procurar a prep
A indicação da PrEP segue diretrizes do Ministério da Saúde e do protocolo clínico nacional. Em linhas gerais, é recomendada a pessoas HIV-negativas com risco aumentado de exposição: parceiros sexuais de pessoas vivendo com HIV sem carga viral indetectável, pessoas com múltiplos parceiros sem uso consistente de preservativo, usuários de drogas injetáveis e trabalhadores do sexo.
Não há restrição de gênero, orientação sexual ou faixa etária para o uso da PrEP — a elegibilidade é definida pelo perfil de risco, não pela identidade da pessoa. Adolescentes a partir de 13 anos também podem ser avaliados, conforme resolução vigente.
Há situações em que a PrEP não é indicada de imediato: infecção ativa pelo HIV não tratada (risco de resistência ao antirretroviral), insuficiência renal grave ou hipersensibilidade ao Tenofovir/Emtricitabina. O infectologista identifica essas condições na triagem inicial e, quando necessário, propõe alternativas de proteção.
Buscar um infectologista PrEP em São Paulo com experiência em saúde sexual faz diferença: o acompanhamento vai além da prescrição e inclui rastreamento de ISTs, suporte à adesão e atenção integral à saúde do paciente.
- Parceiros de pessoas com HIV: Especialmente quando a carga viral do parceiro não é indetectável.
- Relações sem proteção consistente: Pessoas com múltiplos parceiros e uso irregular de preservativo.
- Uso de drogas injetáveis: Compartilhamento de seringas é via de risco significativa.
- Trabalhadores do sexo: Exposição frequente e nem sempre com controle do uso de preservativo.
- Histórico de ISTs recentes: IST recente é marcador de risco elevado e pode indicar PrEP.
Como funciona o esquema da PrEP: diário e sob demanda
Leia mais sobre como funciona o esquema da prep: diário e sob demanda
O esquema mais estudado e amplamente recomendado é o uso diário de Tenofovir disoproxil fumarato 300 mg + Emtricitabina 200 mg (TDF/FTC), tomado no mesmo horário. A proteção máxima é atingida após 7 dias de uso contínuo para o tecido retal e após 21 dias para o tecido vaginal e peniano — razão pela qual iniciar antes da exposição, e não na véspera, é fundamental.
Para pessoas com relações sexuais episódicas e planejadas, o esquema 2-1-1 (ou sob demanda) é uma alternativa validada por evidências: dois comprimidos são tomados entre 2 e 24 horas antes da relação, um comprimido 24 horas depois e mais um comprimido 48 horas após a primeira dose. Esse protocolo é eficaz para sexo anal entre homens, mas não há dados suficientes para sexo vaginal.
A escolha entre os esquemas depende de análise clínica detalhada — rotina, capacidade de adesão, tipo de exposição e preferência da pessoa. O infectologista para PrEP é quem realiza essa avaliação individualizada, garantindo que a modalidade prescrita seja a mais protetora para aquele perfil específico.
| Critério | Esquema diário | Esquema 2-1-1 |
|---|---|---|
| Posologia | 1 comprimido/dia, mesmo horário | 2 antes + 1 após 24h + 1 após 48h |
| Tempo para proteção | 7 dias (anal) / 21 dias (vaginal) | 2–24h antes da exposição |
| Perfil indicado | Exposição frequente ou imprevisível | Relações episódicas e planejadas |
| Eficácia documentada | Sexo anal, vaginal, uso de drogas | Sexo anal entre homens |
| Adesão exigida | Rigorosa (diária) | Pontuais, mas com atenção às doses |
Exames antes e durante o uso da PrEP
Leia mais sobre exames antes e durante o uso da prep
Antes de iniciar a profilaxia, o infectologista para PrEP solicita um painel laboratorial obrigatório: teste de HIV (preferencialmente de quarta geração), sorologia para hepatite B (HBsAg e anti-HBc), hepatite C, sífilis (VDRL/FTA-Abs), creatinina sérica e clearance estimado de creatinina. Esse conjunto descarta infecção ativa e avalia a função renal, que pode ser impactada pelo Tenofovir a longo prazo.
O seguimento laboratorial ocorre a cada 3 meses enquanto a PrEP estiver ativa. A cada consulta, repete-se o teste de HIV e o rastreamento de ISTs. A creatinina é revisada a cada 6 meses em pessoas sem fatores de risco renal e trimestralmente em quem já apresenta alguma vulnerabilidade nesse órgão.
Além dos exames laboratoriais, cada consulta de seguimento avalia adesão ao esquema, surgimento de sintomas, mudanças no perfil de risco e saúde mental. O acompanhamento contínuo transforma a PrEP em um cuidado integral — não apenas um comprimido prescrito e esquecido.
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Efeitos adversos, interações e segurança no longo prazo
Leia mais sobre efeitos adversos, interações e segurança no longo prazo
Os efeitos adversos mais comuns nas primeiras semanas de uso são náusea, cefaleia e fadiga leve — manifestações tipicamente transitórias, que se resolvem espontaneamente em 2 a 4 semanas. Tomar o comprimido com alimento reduz o desconforto gástrico na maioria dos casos.
Do ponto de vista renal, o Tenofovir pode reduzir discretamente a densidade mineral óssea e a função dos túbulos renais em uso prolongado. Esses efeitos são monitorados pelo infectologista por meio de exames periódicos e, quando detectados precocemente, costumam ser reversíveis após ajuste ou suspensão da medicação.
Interações medicamentosas relevantes incluem anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) de uso regular, aciclovir em doses altas e alguns antifúngicos. Pessoas em uso de outros antirretrovirais — seja para tratamento de HIV ou profilaxia pós-exposição — devem informar o especialista para avaliação detalhada do esquema.
Os dados científicos acumulados ao longo de mais de uma década confirmam que a PrEP é segura no uso contínuo, sem evidências de danos orgânicos irreversíveis quando o seguimento médico é mantido. A Sociedade Brasileira de Infectologia referencia esse acompanhamento como parte essencial do protocolo. Esse raciocínio ganha contexto quando comparado com materiais da Sociedade Brasileira de Infectologia – SBI
Como agendar a consulta e o que esperar do atendimento
Leia mais sobre como agendar a consulta e o que esperar do atendimento
O primeiro passo é entrar em contato com o Instituto Medicina em Foco para verificar disponibilidade de agenda. O atendimento com o infectologista para PrEP pode ser presencial ou por teleconsulta, dependendo da etapa: a avaliação inicial e a coleta de exames geralmente são presenciais, mas consultas de seguimento podem ser realizadas remotamente.
Na consulta, não há necessidade de preparo especial — apenas uma lista dos medicamentos em uso e, se disponíveis, exames recentes. O especialista conduz a conversa de forma sigilosa e sem julgamentos, em ambiente acolhedor para pessoas de qualquer identidade de gênero ou orientação sexual.
Para quem busca um infectologista prep perto de mim em São Paulo, o Instituto está localizado na cidade e disponibiliza agendamento direto pelo WhatsApp. O Dr. Celso Mendanha atende casos de PrEP, medicina do viajante, HIV/AIDS e outras doenças infecciosas complexas, sempre integrado à estrutura institucional do Dr. Rodrigo Barbosa.
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Como cuidamos no Instituto Medicina em Foco
O Dr. Celso Mendanha atua no Instituto Medicina em Foco como parte da equipe especializada liderada pelo Dr. Rodrigo Barbosa. Sua formação dupla em infectologia e imunologia pela UNIFESP, aliada à atuação como pesquisador, garante que o acompanhamento da PrEP seja conduzido com rigor científico e atenção individualizada — não como protocolo genérico, mas como cuidado pensado para cada pessoa.
O Instituto reúne especialistas de diferentes áreas para oferecer cuidado integrado: quem chega para a PrEP encontra, no mesmo ambiente, suporte para saúde sexual, rastreamento de ISTs, saúde mental e medicina do viajante. Essa integração encurta o caminho entre a dúvida e a proteção efetiva.
Para quem busca um infectologista para PrEP comprometido com sigilo, evidência e acolhimento, o agendamento está disponível pelo WhatsApp ou pelo site oficial. O primeiro passo é a consulta — tudo o que vem depois é acompanhamento contínuo.
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Endereço completo
Instituto Medicina em Foco (SP); Hospital São Paulo (HSP-UNIFESP); Hospital do Rim (HRim); ICESP; Rede D'Or São Luíz; Prevent Senior; NuDII; Ambulatório de Imunologia Clínica da UNIFESP.
Rua Frei Caneca, 1380 – Térreo, Consolação, São Paulo – SP (cruzamento com a Av. Paulista) · CEP 01307-002 · São Paulo/SP
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Conteúdo informativo: não substitui consulta presencial. A conduta é definida após avaliação clínica individualizada.
Fontes e referências
Diretrizes, sociedades médicas e literatura consultadas na elaboração deste conteúdo.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para a PrEP fazer efeito completo após o início do uso diário?
Para o tecido retal (sexo anal), a proteção máxima é atingida após 7 dias de uso contínuo. Para o tecido vaginal e peniano, esse prazo sobe para 21 dias. Por isso, iniciar a profilaxia com antecedência — e não na véspera da exposição — é parte fundamental da eficácia do tratamento profilático do HIV.
Se eu esquecer de tomar uma dose da PrEP diária, o que devo fazer?
Tome a dose assim que lembrar, desde que ainda não esteja próximo do horário da dose seguinte. Nesse caso, pule a dose esquecida e retome o horário habitual. Não duplique doses. Esquecimentos ocasionais têm impacto limitado, mas falhas frequentes comprometem os níveis protetores. Converse com o infectologista para avaliar se o esquema sob demanda (2-1-1) é mais adequado ao seu estilo de vida.
A PrEP protege contra sífilis, HPV, gonorreia ou outras ISTs?
Não. A PrEP é específica para o HIV e não oferece proteção contra outras infecções sexualmente transmissíveis. O uso de preservativo permanece necessário para reduzir o risco de sífilis, gonorreia, clamídia e HPV. O rastreamento periódico dessas ISTs é parte do acompanhamento regular com o infectologista enquanto a PrEP estiver ativa. Para comparar cenários com mais segurança, vale revisar Prevenção combinada contra o HIV
Quais efeitos colaterais são mais comuns no início do uso da PrEP?
Os efeitos adversos mais relatados nas primeiras semanas são náusea, cefaleia e fadiga leve. Esses sintomas costumam ser transitórios e se resolvem em 2 a 4 semanas. Tomar o comprimido com alimento diminui o desconforto gástrico. Caso os sintomas persistam ou sejam intensos, comunique o infectologista para reavaliação.
Com que frequência preciso fazer exames enquanto uso a PrEP?
A cada 3 meses, o infectologista repete o teste de HIV e o rastreamento de ISTs (sífilis, gonorreia, clamídia, hepatites). A creatinina sérica é avaliada a cada 6 meses em pessoas sem fatores de risco renal e trimestralmente em quem tem histórico de alteração renal. Esse monitoramento é parte insubstituível do protocolo de segurança.
A PrEP pode interagir com outros medicamentos que estou tomando?
Sim. Anti-inflamatórios não esteroidais em uso regular, aciclovir em doses elevadas e alguns antifúngicos podem interagir com o Tenofovir. Pessoas em uso de outros antirretrovirais — para tratamento de HIV ou para PEP — precisam de avaliação específica do esquema. Informe o infectologista sobre todos os medicamentos, suplementos e fitoterápicos antes de iniciar a profilaxia.
Quais são os riscos do uso contínuo da PrEP a longo prazo?
Os estudos acumulados em mais de uma década indicam que o uso prolongado pode reduzir discretamente a densidade mineral óssea e a função tubular renal em alguns pacientes. Esses efeitos são monitorados por exames periódicos e, quando detectados precocemente, tendem a ser reversíveis. Não há evidências de danos irreversíveis graves quando o seguimento médico é mantido regularmente.
Posso usar a PrEP se já tiver hepatite B?
Depende da situação clínica. O TDF/FTC também tem atividade contra o vírus da hepatite B (HBV). Isso pode ser benéfico, mas a suspensão da PrEP em pessoas com hepatite B ativa pode causar reativação da infecção. Por essa razão, o infectologista precisa avaliar a situação com atenção antes de prescrever e orientar como encerrar o uso, se necessário, de forma segura.
A PrEP é gratuita pelo SUS ou precisa pagar em consultório particular?
O Ministério da Saúde disponibiliza a PrEP gratuitamente pelo SUS em unidades de saúde especializadas (SAEs e CRTs). Em clínicas particulares, como o Instituto Medicina em Foco, o diferencial está no atendimento especializado, ágil e integral, com menor tempo de espera e acompanhamento personalizado por infectologista. Os exames de seguimento podem ser cobertos por plano de saúde, dependendo da operadora.
Quanto tempo posso usar a PrEP? Existe limite de tempo?
Em geral, a PrEP pode ser usada enquanto o risco de exposição ao HIV se mantiver. Não há limite de tempo estabelecido nas diretrizes — a decisão de encerrar é compartilhada entre paciente e infectologista, avaliando mudança no perfil de risco, adesão e exames. A suspensão deve ser orientada pelo médico, especialmente em pessoas com hepatite B concomitante.
Aviso médico: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Para diagnóstico e tratamento individualizado, agende avaliação com um profissional habilitado. Dr. Celso Mendanha — CRM-SP 189080 / RQE 101779. Publicado em 27/05/2026. Última revisão: 27/05/2026.
O médico atende em diferentes hospitais e unidades parceiras; condições de atendimento, convênios aceitos e valores podem variar conforme o local escolhido. Confirme os detalhes no momento do agendamento.





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