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Cirurgia bariátrica sleeve

O que é cirurgia bariátrica sleeve?

A bariátrica sleeve está, aos poucos, se tornando uma das cirurgias de redução do estômago mais praticadas no mundo. Essa técnica ajuda milhares de pessoas a superarem a obesidade.

Entenda como o cirurgião do aparelho digestivo define quando o sleeve é a técnica adequada para o paciente!

A cirurgia bariátrica sleeve é uma técnica usada para fazer a famosa “redução do estômago”, para proporcionar emagrecimento. Esse método é mais simples e rápido, em comparação ao bypass, já que no sleeve se faz um corte vertical no órgão. Por isso, o procedimento também é conhecido como gastrectomia vertical ou gastrectomia em manga de camisa.

O sleeve é um método restritivo que ajuda a diminuir o tamanho e volume do estômago, pois após a cirurgia, o estômago passa a ter de 80ml a 100ml. Para entender o tamanho da mudança, considere que o órgão normalmente suporta cerca de 1,5l de alimentos.

cirurgião segurando estômago ilustrando uma cirurgia bariátrica sleeve

Como é feita a cirurgia bariátrica sleeve?

Ao fazer a cirurgia bariátrica sleeve o cirurgião pode optar pela via laparoscópica, pela cirurgia aberta ou pela cirurgia robótica. Considerando que a laparoscópica é a mais comum atualmente, explicaremos mais sobre como ela acontece.

Primeiramente, são feitas cerca de cinco pequenas incisões no abdômen que servem para introduzir equipamentos cirúrgicos e uma pequena câmera. O cirurgião determina qual parte deve permanecer e depois remove o restante através de um corte na vertical para diminuir o volume total do estômago.

Assim, o estômago se transforma em um tubo pequeno para armazenar comida, mantendo somente de 25% a 25% do tamanho original. Além de ter menor capacidade para alimentos, ele também produz uma quantidade menor de hormônios da fome. Isso aumenta a saciedade e provoca ótimos resultados de perda de peso. O procedimento já é aplicado há cerca de 20 anos e considerado confiável.

Uma grande diferença entre a cirurgia bariátrica sleeve e outras técnicas, é o fato do sleeve não mudar sua conexão com o intestino, não ter desvio intestinal. Portanto, a comida passa por todo o estômago antes de chegar ao intestino, onde a digestão ocorre normalmente, logo a absorção de nutrientes é praticamente a mesma.

Nossos casos de sucesso

O que os pacientes falam sobre o Dr. Rodrigo Barbosa

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Excelente atendimento, prestativo, detalhista com as explicações

Fabiana Mendes

Paciente
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Super competente, atencioso
Minha cirurgia foi perfeita

Erika Strioli

Paciente
{

Um excelente médico, recomendo para qualquer pessoa que necessite de tratamento na sua especialidade

Daniel Lovizzaro

Paciente

Vantagens do sleeve

Devido suas vantagens, a técnica sleeve está começando a ganhar adeptos entre profissionais da área. Isso se deve a:

  • E

    Manter a absorção da maioria dos nutrientes

  • E

    Proporcionar emagrecimento mais gradual com uma recuperação menos dolorosa para o paciente

  • E

    Permitir a realização de exames endoscópicos no estômago e processo digestivo alto

  • E

    Permitir a realização de uma nova cirurgia bariátrica, como, por exemplo, o bypass gástrico, se necessário

Cirurgia Bariátrica Sleeve | Dr. Rodrigo Barbosa – imagem ilustrativa

Alguns pacientes pensam em desistir do método ao saber que a perda inicial de peso é um pouco menor. No entanto, queremos reforçar que depois do primeiro ano de pós-operatório, o total de massa corporal perdida é maior, em comparação com outras técnicas.

Quem pode fazer a bariátrica sleeve?

IMC

L
K

Pacientes com obesidade mórbida, quando o IMC (índice de massa corporal) está acima de 40 kg/m², podem realizar a cirurgia sem que seja necessário apresentar alguma comorbidade associada à obesidade;

Quem tem o IMC entre 35 Kg/m² e 40 Kg/m² pode se submeter à cirurgia, desde que haja pelo menos 2 comorbidades associadas, como apneia do sono, depressão, hipertensão arterial e doença do refluxo gastroesofágico. Já quem tem IMC entre 30 Kg/m² e 35 Kg/m² está apto à cirurgia metabólica, desde que haja comorbidades associadas.

Idade

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K

De forma geral o paciente deve ter pelo menos 18 anos para se submeter à bariátrica sleeve e não há uma idade máxima. Adolescentes entre 16 e 18 anos também podem passar pela cirurgia, mas é necessária uma avaliação específica.

Tempo de doença

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K

Para se qualificar ao procedimento, o paciente deve manter o IMC em um nível estável por, pelo menos, 2 anos.

Tentativa de tratamento

L
K

O paciente deve ter passado por tratamentos convencionais contra a obesidade. Esses tratamentos incluem a reeducação alimentar e a prática regular de atividades físicas, assim como o controle da compulsão alimentar.

É possível receitar medicamentos capazes de simular a saciedade, que ajudam na eliminação de gorduras e que ajudam a controlar os quadros de ansiedade. Mas, se nada disso for efetivo, a cirurgia passa a ser considerada.

Contraindicações para a bariátrica sleeve

A bariátrica sleeve é indicada em casos específicos. Porém, existem situações em que a cirurgia não é a melhor solução para o excesso de peso, como:

  • E

    Quando o IMC se apresenta entre 25,1 e 29,9

  • E

    Quando o paciente sofre de alguma deficiência intelectual significativa

  • E

    Quando a pessoa não possui um suporte familiar adequado

  • E

    Quando o paciente possui algum transtorno psiquiátrico que não está sob controle

  • E

    Caso a pessoa faça uso contínuo de álcool e drogas ilícitas, sem conseguir interromper o consumo

Algumas situações doenças genéticas também são uma contraindicação. Mas, como há exceções, cada caso deverá ser analisado de forma individual.

Possíveis complicações da cirurgia bariátrica sleeve

Alguns pacientes pensam em desistir do método ao saber que a perda inicial de peso é um pouco menor. No entanto, queremos reforçar que depois do primeiro ano de pós-operatório, o total de massa corporal perdida é maior, em comparação com outras técnicas.

  • E

    Sangramento excessivo ou hemorragia no local operado

  • E

    Coágulos sanguíneos (especialmente perigosos para pacientes com risco de trombose)

  • E

    Dificuldades respiratórias

  • E

    Vazamentos conhecidos como fístulas

  • E

    Refluxo gastroesofágico

  • E

    Hipoglicemia

  • E

    Hérnias

  • E

    Obstruções gastrointestinais

As complicações são raras, mas possíveis. Por isso, o paciente passa por uma avaliação pré-operatória cuidadosa que determina seus maiores riscos de saúde. O médico solicita exames laboratoriais e de imagem que comprovem a possibilidade de problema e ajudam a iniciar o tratamento de riscos antes que aconteçam.

Mesmo assim, considerando a possibilidade de problemas, o paciente deve lembrar que a cirurgia é uma alteração permanente. Ou seja, não pode ser desfeita mais tarde em caso de arrependimento.